Direto do GERIN: O cansaço da alma não aparece nos exames!
Dr. Carlos Rieder, neurologista em Porto Alegre, deu uma belíssima aula sobre depressão e ansiedade na doença de Parkinson. Houve abordagem do tratamento, mas gostaríamos de destacar um detalhe que vai além da prescrição de remédios:
Às vezes, a alma da gente cansa antes do corpo. - Luís Fernando Veríssimo
Esse cansaço da alma não aparece nos exames, mas se expressa em silêncios, desistências sutis e na ausência de brilho no olhar. Reconhecer a dor invisível é o primeiro passo para oferecer não apenas tratamento, mas acolhimento. - Frase de encerramento da aula do Dr. Carlos Roberto Rieder, neurologista (Porto Alegre)
Durante o GERIN 2025, o Dr. Carlos palestrou brilhantemente sobre um tema essencial, porém muitas vezes negligenciado: depressão e ansiedade em pacientes com doença de Parkinson.
Esses sintomas psiquiátricos são altamente prevalentes, e a abordagem terapêutica deve ser ampla e integrada: inclui medicamentos, atividade física, psicoterapia e, em alguns casos, neuromodulação.
Mas o ponto central que queremos destacar com este post vai além das estratégias de tratamento: é o reconhecimento da dor emocional invisível, que frequentemente causa mais sofrimento que os sintomas motores visíveis como o tremor ou a lentidão.
Tristeza, apatia e ansiedade costumam passar despercebidas - e quando não são tratadas, comprometem profundamente a qualidade de vida.
Que possamos olhar para o paciente por inteiro - corpo, mente e alma.?
Fiquem ligados nos próximos posts e compartilhem nos comentários suas experiências ou reflexões sobre o tema.
Com carinho e responsabilidade,
Dra Joyce e Dra Isabela.
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